segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Renanzistas ameaçam intervir no rito do Supremo, pedir impeachment de Gurgel e tirar poder do MP
A vanguarda do atraso no Senado, uma nova-velha facção autobatizada de “renanzistas”, ameaça retaliações contra o Supremo Tribunal Federal e Ministério Público Federal. A boiada estoura caso a Justiça decida deliberar sobre o pedido de indiciamento do Presidente do Congresso e do Senado, Renan Calheiros. Será que a politicalha aloprou ao aprofundar o já tenso clima e alto risco de ruptura institucional?
O Globo revela que os renanzistas têm um alvo imediato. Renan vai aceitar e enviar à Comissão de Constituição de Justiça do Senado várias representações contra o Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, pedindo o impeachment dele, mesmo faltando seus meses para deixar o cargo. Além de tentar desgastar e desmoralizar Gurgel, os renanzistas também fazem terrorismo com a ameaça de aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37/2011 que retira poderes de investigação criminal do Ministério Público.
A tropa de Renan articula uma revanche contra o Supremo, se o ministro Ricardo Lewandowski não aliviar a barra de Renan Calheiros na denúncia apresentada por Gurgel. Os senadores renanzistas ameaçam aprovar uma lei obrigando que a análise de processos no STF também ocorra na ordem cronológica. Seria um troco à decisão do ministro Luiz Fux para que, no Congresso, a análise dos absurdos 3 mil vetos presidenciais obedeça a tal critério. Seria uma intervenção indireta do Congresso no Supremo – supostamente dentro da lei e da ordem republicana (coisa que parece não existir no Brasil dominado pelo Governo do Crime politicamente Organizado).
Mais raivoso
O ex-Presidente da República e atual senador alagoano, sempre amigão de Renan Calheiros, Fernando Collor de Mello é um dos que mais tem sangue na boca contra Roberto Gurgel e a esposa dele, a a subprocuradora federal Cláudia Sampaio.
Em recente defesa de Renan, na tribuna do Senado, Collor xingou Gurgel de “chantagista, ímprobo e praticante de ilícitos administrativos e de crime de responsabilidade”.
No ano passado, Collor protocolou seis representações contra o procurador-geral da República e a subprocuradora, nas esferas cível, penal e administrativa, por crimes de prevaricação, improbidade administrativa e crime de responsabilidade.
O petebista Collor ficou PT da vida porque o presidente do Senado, José Sarney, preferiu arquivar tudo – coisa que agora os renanzistas juram que seu líder máximo não fará.
O Globo revela que os renanzistas têm um alvo imediato. Renan vai aceitar e enviar à Comissão de Constituição de Justiça do Senado várias representações contra o Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, pedindo o impeachment dele, mesmo faltando seus meses para deixar o cargo. Além de tentar desgastar e desmoralizar Gurgel, os renanzistas também fazem terrorismo com a ameaça de aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37/2011 que retira poderes de investigação criminal do Ministério Público.
A tropa de Renan articula uma revanche contra o Supremo, se o ministro Ricardo Lewandowski não aliviar a barra de Renan Calheiros na denúncia apresentada por Gurgel. Os senadores renanzistas ameaçam aprovar uma lei obrigando que a análise de processos no STF também ocorra na ordem cronológica. Seria um troco à decisão do ministro Luiz Fux para que, no Congresso, a análise dos absurdos 3 mil vetos presidenciais obedeça a tal critério. Seria uma intervenção indireta do Congresso no Supremo – supostamente dentro da lei e da ordem republicana (coisa que parece não existir no Brasil dominado pelo Governo do Crime politicamente Organizado).
Mais raivoso
O ex-Presidente da República e atual senador alagoano, sempre amigão de Renan Calheiros, Fernando Collor de Mello é um dos que mais tem sangue na boca contra Roberto Gurgel e a esposa dele, a a subprocuradora federal Cláudia Sampaio.
Em recente defesa de Renan, na tribuna do Senado, Collor xingou Gurgel de “chantagista, ímprobo e praticante de ilícitos administrativos e de crime de responsabilidade”.
No ano passado, Collor protocolou seis representações contra o procurador-geral da República e a subprocuradora, nas esferas cível, penal e administrativa, por crimes de prevaricação, improbidade administrativa e crime de responsabilidade.
O petebista Collor ficou PT da vida porque o presidente do Senado, José Sarney, preferiu arquivar tudo – coisa que agora os renanzistas juram que seu líder máximo não fará.
sábado, 9 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
“Traidor” PMDB
É assim que Renan Calheiros começa a ser tratado pela cúpula petista. O problema maior é que a recíproca também é verdadeira. O senador peemedebista, recém-alvejado com quatro milhões e 500 mil emails contra sua candidatura à Presidência do Senado, também se sente traído pelo Partido dos Trabalhadores. O mesmo xingamento recíproco acontece entre Henrique Alves e a petralhada. No que vai dar tanta tensão política ninguém sabe. Ainda mais em véspera de crise econômica.
A guerra tem dois motivos: os acordos mutuamente descumpridos após as disputas pelo comando do Congresso Nacional e a antecipação da sucessão presidencial de 2014. O comando do PMDB não aceita que Dilma cogite disputar a eleição em parceria outro que não seja Michel Temer. O atual Vice-presidente não aceita ser trocado por Eduardo Campos (PSB), na manobra para evitar que o neto de Miguel Arraes seja uma candidatura própria de esquerda contra Dilma.
Nas fofocas palacianas, volta a rolar com intensidade a versão de que Dilma e Temer estariam estremecidos. Por enquanto, tal conflito não é abertamente confirmado. Mas tudo mundo sabe que sempre existiu uma antipatia recíproca entre a Presidenta e o vice. No momento em que começa a enfrentar problemas econômicos, Dilma não tem a menor condição de bater de frente com o PMDB – que domina o Congresso. Assim, se Dilma vier à reeleição (conforme já programado), será obrigada a manter o casamento com Temer.
O PT, no entanto, age segundo o próprio interesse de sua cúpula. Hoje, a moeda de troca com o PMDB para negociar com Temer é a candidatura ao governo de São Paulo. Por isso, Lula já lançou o factóide de uma inviável candidatura Guido Mantega – o ministro da Fazenda em fase de derretimento. Rui Falcão, presidente do PT, solta no ar outro factóide: uma candidatura de Michel Temer ao Palácio dos Bandeirantes – coisa que Temer não quer. No final das contas, quem deve enfrentar Geraldo Alckmin é o ex-queridinho dele, Gabriel Chalita – apadrinhado por Temer que agora tenta colocá-lo no ministério da Ciência e Tecnologia.
O problema é o desgaste interno no PT para aceitar abrir mão da cabeça de chapa em São Paulo. Ainda mais que os petistas apostam na reedição de um milagre como o que conseguiu eleger Fernando Haddad para a Prefeitura da Capital. Uma eventual decisão de apoiar Chalita (em troca da vaga de vice-presidente da República, da qual Temer não pretende abrir mão) aprofundaria uma crise interna no PT de São Paulo. Aloísio Mercadante Oliva, atual ministro da Educação, sonha em ser governador em 2014. Marta Suplicy, atualmente fazendo turismo no ministério, alimenta a mesma embição. Se forem tirados da jogada, vão causar problemas.
Só não vão causar mais confusão que a crise econômica em curso...
ALERTA TOTAL
© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 7 de Fevereiro de 2013.
A guerra tem dois motivos: os acordos mutuamente descumpridos após as disputas pelo comando do Congresso Nacional e a antecipação da sucessão presidencial de 2014. O comando do PMDB não aceita que Dilma cogite disputar a eleição em parceria outro que não seja Michel Temer. O atual Vice-presidente não aceita ser trocado por Eduardo Campos (PSB), na manobra para evitar que o neto de Miguel Arraes seja uma candidatura própria de esquerda contra Dilma.
Nas fofocas palacianas, volta a rolar com intensidade a versão de que Dilma e Temer estariam estremecidos. Por enquanto, tal conflito não é abertamente confirmado. Mas tudo mundo sabe que sempre existiu uma antipatia recíproca entre a Presidenta e o vice. No momento em que começa a enfrentar problemas econômicos, Dilma não tem a menor condição de bater de frente com o PMDB – que domina o Congresso. Assim, se Dilma vier à reeleição (conforme já programado), será obrigada a manter o casamento com Temer.
O PT, no entanto, age segundo o próprio interesse de sua cúpula. Hoje, a moeda de troca com o PMDB para negociar com Temer é a candidatura ao governo de São Paulo. Por isso, Lula já lançou o factóide de uma inviável candidatura Guido Mantega – o ministro da Fazenda em fase de derretimento. Rui Falcão, presidente do PT, solta no ar outro factóide: uma candidatura de Michel Temer ao Palácio dos Bandeirantes – coisa que Temer não quer. No final das contas, quem deve enfrentar Geraldo Alckmin é o ex-queridinho dele, Gabriel Chalita – apadrinhado por Temer que agora tenta colocá-lo no ministério da Ciência e Tecnologia.
O problema é o desgaste interno no PT para aceitar abrir mão da cabeça de chapa em São Paulo. Ainda mais que os petistas apostam na reedição de um milagre como o que conseguiu eleger Fernando Haddad para a Prefeitura da Capital. Uma eventual decisão de apoiar Chalita (em troca da vaga de vice-presidente da República, da qual Temer não pretende abrir mão) aprofundaria uma crise interna no PT de São Paulo. Aloísio Mercadante Oliva, atual ministro da Educação, sonha em ser governador em 2014. Marta Suplicy, atualmente fazendo turismo no ministério, alimenta a mesma embição. Se forem tirados da jogada, vão causar problemas.
Só não vão causar mais confusão que a crise econômica em curso...
ALERTA TOTAL
© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 7 de Fevereiro de 2013.
Dilma dá sinal verde para Banco Central subir juros, quando Tombini admite desconforto econômico
A Presidenta Dilma Rousseff liberou o Comitê de Política Monetária do Banco Central para aumentar a taxa básica de juros em fevereiro. As declarações ontem de Alexandre Tombini, Presidente do BC do B, em entrevista a Miriam Leitão, alegando que “a situação não era confortável”, foi apenas a senha para a subidinha na Selic, depois de seguidas quedas.
O problema de o Copom subir os juros em sua próxima reunião é o efeito psicológico que isto gera no sempre nervoso e volátil mercado – uma entidade comparável, no Brasil, a um menino mimado que reage sempre mal quando mamãe economia dá qualquer desandada. O azar de Dilma é que o pirão ameaça desandar justamente na véspera do ano reeleitoral, quando o governo precisa abrir os cofres para investimentos que rendam votos.
alertatotal
© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 7 de Fevereiro de 2013.
O problema de o Copom subir os juros em sua próxima reunião é o efeito psicológico que isto gera no sempre nervoso e volátil mercado – uma entidade comparável, no Brasil, a um menino mimado que reage sempre mal quando mamãe economia dá qualquer desandada. O azar de Dilma é que o pirão ameaça desandar justamente na véspera do ano reeleitoral, quando o governo precisa abrir os cofres para investimentos que rendam votos.
alertatotal
© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 7 de Fevereiro de 2013.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Uma mulher entrou na Justiça contra a Igreja Universal do Reino de Deus
Uma mulher entrou na Justiça contra a Igreja Universal do Reino de Deus e conseguiu receber de volta seus dízimos. De acordo com uma publicação do jornal “Extra”, a mulher recebeu uma grande quantia de dinheiro após realizar um serviço e foi induzida pelo pastor a reverter o montante para a instituição religiosa. Pouco depois o homem fugiu da igreja, resultando em um processo de depressão na fiel, que ficou sem emprego e na miséria.
O processo, acompanhado pela 5ª Turma Cívil do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) confirmou a sentença, determinada pela 9ª Vara Cível de Brasília. Nela, a Igreja Universal do Reino de Deus deverá devolver os R$ 74.341,40 doados à antiga frequentadora, além de acrescer juros de mora de 1% ao mês.
A doação foi realizada a partir de dois cheques compensados em dezembro de 2003 e janeiro de 2004. Entretanto, a mulher decidiu acionar a Justiça somente em 2010, quando sua situação financeira já estava seriamente prejudicada.
Apesar de ter recorrido, a Igreja Universal do Reino de Deus não conseguiu cancelar a decisão. A igreja ainda chegou a afirmar que a mulher era uma empresária e que tinha rendimentos para poder se sustentar caso doasse o montante, na tentativa de se defender.
Fontes:
Yahoo , Jornal da midia , Monteararat
O processo, acompanhado pela 5ª Turma Cívil do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) confirmou a sentença, determinada pela 9ª Vara Cível de Brasília. Nela, a Igreja Universal do Reino de Deus deverá devolver os R$ 74.341,40 doados à antiga frequentadora, além de acrescer juros de mora de 1% ao mês.
A doação foi realizada a partir de dois cheques compensados em dezembro de 2003 e janeiro de 2004. Entretanto, a mulher decidiu acionar a Justiça somente em 2010, quando sua situação financeira já estava seriamente prejudicada.
Apesar de ter recorrido, a Igreja Universal do Reino de Deus não conseguiu cancelar a decisão. A igreja ainda chegou a afirmar que a mulher era uma empresária e que tinha rendimentos para poder se sustentar caso doasse o montante, na tentativa de se defender.
Fontes:
Yahoo , Jornal da midia , Monteararat
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